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domingo

Lembra-se do velho USB, os hackers podem torná-lo seu grande inimigo

A evolução dos mecanismos de defesa cibernéticos parecem estar sempre à reboque dos velhos invasores de privacidade, e não só isso, são verdadeiros ladrões não só de sua privacidade, mas, de muitas coisas mais – seu dinheiro, por exemplo, ou tudo que possa ser acessado via PC, smarts, tablets e celulares da vida, já que a cada dia se reduzem as distâncias tecnológicas e de recursos entre eles, facilitando assim o trabalho dos amigos do alheio. É só uma questão de tempo.

Viu falar no novo Windows 10? Então é um prato cheio. Já que vai ser um programa único para ser usado em tudo isso que enumeramos acima, e não só no seu PC, como as versões anteriores.

Então, tudo que possa ser conectado com um dispositivo USB está vulnerável. É o que você ver abaixo.
Novas ameaças de um velho amigo, o USB 
Nicole Pauls *
Agora os hackers podem transformar qualquer dispositivo USB (além dos pen drives, teclados, mouses e outros equipamentos conectados às portas do computador) em ferramentas maliciosas.

Quando se trata de segurança, os profissionais de TI não podem controlar tudo. Nem todas as ameaças podem ser diminuídas simplesmente ao se respeitarem as práticas recomendadas simples de manter os softwares de segurança atualizados e aplicar regularmente as correções nos aplicativos vulneráveis. Além disso, nem todos os recursos potencialmente arriscados podem ser desligados, mesmo que os profissionais de TI desejassem fazer isso.

As portas USB são um excelente exemplo. Na verdade, de acordo com uma recente pesquisa da SR Labs, agora os hackers podem transformar os dispositivos USB (as unidades portáteis aparentemente inofensivas, teclados, mouses e outros dispositivos que são conectados às portas USB do computador) em ferramentas maliciosas.

Faz-se isso carregando firmwares maldosos nos minúsculos chips de baixo custo do computador que controlam as funções dos dispositivos USB, os quais normalmente não têm proteção incorporada contra adulteração. Conhecidos como BadUSB, os malwares têm a capacidade de fazer com que os dispositivos USB assumam funções secretas, como espionar as comunicações do usuário e destruir dados valiosos uma vez conectados a um computador.


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quarta-feira

AOL foi invadida e dados de usuários foram comprometidos

A AOL pediu que dezenas de milhões de usuários de e-mails mudem suas senhas e perguntas de segurança depois que um ataque cibernético comprometeu cerca de 2% de suas contas.

A companhia disse que estava trabalhando com autoridades federais para investigar o ataque, no qual hackers obtiveram endereços de e-mails, endereços residenciais, senhas criptografadas e respostas a perguntas de segurança utilizadas para redefinir senhas.

A empresa disse não ter indicação de que a criptografia desses dados tenha sido quebrada.

Um porta-voz da companhia não soube dizer quantas contas de e-mails estão registradas em seu sistema.

As contas comprometidas foram utilizadas de forma maliciosa para disseminação de spam e phishing, com links redirecionando o usuário desavisado à sites falsos.

Publicado em Bitmag

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domingo

Internet das Coisas: Cinco pontos chave para a segurança

A prioridade dos atacantes continuará sendo o roubo de informação pessoal, segundo alerta da Check Point. Os métodos de ataque podem ser o mais diretos. A adoção de boas práticas, como não deixar “portas abertas”, será imprescindível.

A IDC prevê que por volta de 2020 haverá 200 mil milhões de dispositivos conectados em todo o mundo.

E proteger todos estes aparelhos representará um verdadeiro desafio. Pensando nisso, a Check Point acaba de divulgar o que considera pontos chaves para a segurança na Internet das Coisas”, diante do conjunto das maiores ameaças e  dosdesafios relacionados com a tendência atual para a conectividade de todos os objetos.

Segundo a Check Point, do mesmo modo que a Internet das Coisas está  tornando possível um mundo mais eficiente e interconectado, também está proporcionando aos cibercriminosos uma rede mais preparada para lançar os seus ataques.

Recentemente foram reportados dois ataques de grande magnitude. Um deles dirigido contra algumas das principais redes varejo dos Estados Unidos, utilizando uma técnica de malware denominada “RAM scraping” e que permitiu aos cibercriminosos penetrarem diretamente nos POSs das lojas, roubando informações sobre cartões de crédito e dados pessoais de mais de 110 milhões de usuários. Além deste, durante o Natal, mais de 100.000 dispositivos de consumo, incluindo geladeiras ligadas à Internet e televisões inteligentes, ajudaram a enviar mais de 750.000 emails com malware em todo o mundo.

“Estes exemplos provam duas coisas: a primeira é que agora que os ataques contra os dispositivos domésticos ligados à Internet começaram, eles ganharão cada vez mais força; e a segunda é que os atacantes estão tornando-se cada vez mais engenhosos e os vetores de ataque não convencionais cada vez mais eficazes”, destaca Rui Duro, Sales Manager da Check Point em Portugal.

As cinco ideias chave para a segurança da Internet das Coisas:

 Os caminhos podem não ser diretos, mas são eficazes
 
Embora, à priori, alguns dispositivos possam não estar conectados diretamente à Internet, os sistemas que os fazem funcionar acabam por fazê-lo, para se atualizarem. Este foi o caso do ataque aos sistemas de pagamento em lojas (POSs) nos Estados Unidos, onde os criminosos procuraram uma vulnerabilidade no servidor de Internet da empresa ou do usuário e, uma vez lá dentro, percorreram outras redes locais até alcançar os dispositivos ou terminais alvo do ataque.


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sexta-feira

Vírus de computador utiliza Wi-Fi para se espalhar pelo ar como vírus da gripe

Especialistas em segurança da informação criaram um tipo de vírus de computador capaz de se espalhar pelo ar, por redes Wi-Fi – um vírus de computador que contamina como um vírus de uma gripe comum.
Em áreas densamente habitadas, onde há muitas destas redes sem fio, o vírus pode ir de rede em rede, procurando por falhas. Uma vez no controle de um ponto Wi-Fi, ele deixa vulneráveis os computadores conectados a essa rede que não tenham medidas de segurança adequadas.

De acordo com os pesquisadores, o objetivo do trabalho era demonstrar que esse tipo de ataque é possível, para em seguida criar um programa de computador capaz de evitar esse tipo de ataque.
“Em vez de esperar que as pessoas criem senhas fortes, é melhor integrar sistemas capazes de detectar intrusos nesses pontos de acesso”, disse Alan Marshall, professor da Universidade de Liverpool, no Reino Unido.
Ele não forneceu detalhes sobre os métodos utilizados para prevenir o uso desse tipo de ataque, mas disse que a tecnologia necessária para testar esses métodos já foi criada na universidade.
Chamado de “camaleão”, o vírus procura por pontos de acesso a redes sem fio – aparelhos que transmitem o sinal Wi-Fi – que não tiveram suas senhas de fábrica alteradas. Essas senhas são diferentes das usadas para se conectar à rede sem fio propriamente dita e, frequentemente, não são alteradas por quem compra esses aparelhos.

Isso dá controle do ponto de acesso ao hacker, que pode acessar os computadores conectados à rede para roubar informações. Uma vez instalado no ponto de acesso, o vírus pode – sem ser controlado por um humano – buscar automaticamente outros pontos de acesso vulneráveis para assumir seu controle.

O professor Marshall disse que é improvável que isso represente uma ameaça às redes Wi-Fi de grandes empresas, já que elas normalmente têm muitos mecanismos de segurança.
No entanto, redes domésticas ou de empresas menores, como restaurantes e bares, não costumam ter esses mecanismos.
Segundo o cientista, como sua equipe conseguiu provar que a ameaça é real, o foco agora é criar um programa capaz de prevenir esse sequestro de redes sem fio.
Com informações de Inovação Tecnológica

Publicado em iMaster

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